32%
do gasto das 150 buscas mais caras ia para quem nunca compraria
- Buscas com intenção de compra B2B9%
O que vimos
Lemos, no Google Analytics, a busca que trouxe cada clique pago entre março e outubro de 2026. Nas 150 buscas que mais gastaram, 32% do dinheiro ia para quem procurava brinquedo infantil, material escolar ou o nome de um marketplace. As buscas de quem compra para a empresa ficavam com 9%.
O efeito chegava ao WhatsApp: dos cliques no WhatsApp que dava para ligar a uma busca, 48% vinham dessas buscas de quem nunca compraria, e só 8% de busca B2B.
Por que acontecia
O lance automático aprende com a conversão que você manda medir. Aqui, a conversão era o clique no WhatsApp, e quem procura brinquedo também clica no WhatsApp para perguntar o preço. O sistema fazia exatamente o que pediam a ele.
O que fizemos
Termos negativos tirados dos termos reais, e não de palpite. Campanhas separadas por intenção. 11 campanhas pausadas na limpeza da verba. E a conversão trocada: o Google passou a receber, do CRM, as conversas que viraram orçamento (está na nota sobre o dobro de conversas).
O que isso quer dizer para você
Abra o relatório de termos de busca e ordene por custo. Some o gasto das buscas que nunca seriam cliente. Se passar de um quarto, o problema não é o anúncio: é o que você está ensinando ao lance automático.
Ficha do número
- Base
- as 150 buscas que mais gastaram no Google Ads; dos cliques no WhatsApp ligáveis a uma busca, 48% vinham de buscas de quem nunca compraria e 8% de busca B2B
- Período
- março a outubro de 2026
- Empresas
- 1 · indústria B2B que vende por orçamento (Brasil)
- Fonte
- Google Analytics do piloto (consultas do Google Ads)
- Ressalva
- é o recorte das buscas mais caras, não de todas
Está também nos Números Superpowers, com a régua.